quarta-feira, 29 de julho de 2009



"Escrever é um aprendizado, assim como viver é um aprendizado."
Clarice Lispector

Bom, acredito que nem tenho o que dizer a respeito da frase acima. Foi extraída das memórias do que assisti na peça Simplesmente Eu - Clarice Lispector com a Beth Goulart.
Certamente o espetáculo em questão renderá ainda muitos comentários, mesmo porque repetirei a dose na companhia do amável - sempre ele - Paulo, na próxima quinta.
Este trecho me chamou muito a atenção porque é bem assim que eu penso.
Aliás, eu penso muuuuuuuuuuuito. Mesmo. Coisa para pirar, muitas vezes. Ando muito agitada ultimamente com tantos acontecimentos.
Nem tenho tido muito tempo para escrever. E, não raro, eu começo e simplesmente as ideias vem todas na minha cabeça, como um turbilhão de águas desorganizadas caindo nas profundezas de um lago de superfície espelhada, encrespando toda a superíficie.
Porque eu sou um pouco isto... Acho que eu sou um pouco lago. Uma calma aparente. Mas que, na verdade, esconde uma correnteza poderosa. E, muitas vezes, toda essa estrutura acaba por ser inundada com essas cascatas de pensamentos.
Penso que são como degelos de montanhas de memórias, lembranças, palavras silenciadas. Tudo isto junto, no mesmo lugar e agora.
De vez em quando, uma avalanche acontece e daí, não é como um processo natural. Sim, o degelo é natural quando o sol aquece as montanhas, mas a avalanche é fruto de um certo desequilíbrio provocado pelo excesso de gelo que se acumulou.
Quando as avalanches acontecem em mim, eu caio das alturas... Acho que foi mais ou menos isto que aconteceu tempos atrás. Porém o que tem acontecido agora é que sinto dentro do meu coraçãozinho que esta aparente desorganização das ideias, chacoalhadas pela cachoeira que invadiu a minha vida, é mais que natural.
Assim, mesmo sem me sentir muito em condições de escrever agora, eu escrevo na tentativa de aprender com a posterior leitura dessas linhas.
A vida é a mesma coisa. Ela é o macro desse microcosmo que é a palavra. Esse Universo discreto e silencioso que grita suas experiências para a existência.
O hoje é vivido para que um dia lembremos do ontem. O ontem, nada mais é do que a leitura do hoje. E o hoje, a leitura do amanhã.
E vamos tentando aprender com nossos erros, da mesma forma como um dia, posso entrar aqui e refazer todo este texto, ou parte dele. Mas, não mudará o sentido daquilo que foi. Mesmo porque ele já existiu fisicamente de um modo e nada fará ser diferente.
Se a escrita, por um lado, nos dá a chance de voltar atrás para reescrever a si mesma, a vida não nos oferece a mesma chance, porém, nos dá a oportunidade de olhar para o que passou, na tentativa de não cometermos os mesmos equívocos.
Como eu já disse antes, ela é como uma estrada que, a cada passo, vai se desmanchando atrás de nós. Não dá para trilhar o caminho novamente, restando a nós outros infelizes-felizes, a única alternativa de seguir em frente.
Há os que param, é verdade, mas aí a vida não acontece e nada muda.
Nesta história natural, de lagos, montanhas, sol e neve, podemos nos deliciar com tamanha beleza da vida. E eu posso, graças a meu bom Deus, escrever.
Para que um dia eu tente compreender aquilo que fui, e tente viver o que sou, a fim de que o que serei tome forma.
Tomara que eu seja daquelas pessoinhas que preferem, ao caminhar, refletir do que viver tropeçando em pedras, e que, não obstante, eu também caia de vez em quando para ser mais sábia.

Beijos enormes do meio da minha confusão mental...

Tá aí: Vocês estão tendo a oportunidade de conhecer uma pequenina chuva de meteoros passando pelo meio do Universo!!!

19 comentários:

Anônimo disse...

Se eu pudesse voltar não cometeria os mesmos erros. As consequências deles doem até os ossos... porque muitas vezes somos ingênuos e valorizamos tudo, menos a nós mesmos.
Se passar tanta coisa tenha sido para o meu aprendizado, então posso dizer que eu não quero ser amanhã o que eu fui ontem e por isso, hoje eu me respeito mais e cuido de mim com mais zelo.
Hoje eu precisava ler esse texto. Precisava escrever essas poucas palavras também.

Gabrielle Avelar disse...

Quando o Rei Davi se deu conta do que fizera com seu mais brilhante e fiel general para poder ficar com a mulher deste, ele escreveu um salmo belíssimo, o de número 51.
Ele fala que seu erro fazia doer seus ossos. E que ele envelheceu. Deus pesou a mão sobre ele, tirando a vida do filho que Bateseba teve, fruto desse adultério horrendo.
Porém, Deus lhe fora absolutamente misericordiosos e gracioso, porque logo depois ela engravidou novamente e deu à luz o Rei Salomão. Que, como todos sabem é considerado o rei mais próspero e sábio que já existiu. E lhe coube a nobre tarefa de construir o Templo de Jerusalém.
Bom, eu fico pensando que o tempo nos serve para isto. Para que sejamos cada vez mais sábio, para que possamos experimentar também a Misericórdia do Senhor todos os dias. Porque, se por um lado experimentamos o amargor - para nos mostrar que erramos - por outro lado, Ele nos dá o doce sabor do perdão e de uma vida bem mais leve.
Vale a pena saber que erramos, sim. Mas que também há perdão para ser dado, e há a vida para ser vivida para não cometermos os mesmos erros.
Quero dizer que fiquei doída junto a você... Mas, o tempo sempre cura tudo, embora não nos faça esquecer.

Flor de Bela Alma disse...

Oi Gabi, que bom que gostou daquele vestidinho. Ficarei feliz em fazer um para ti e te colocar no blog. Entre em contato pelo e-mail: biandias@hotmail.com que eu te envio as estampas e o valor. Te aguardo. E amei seu blog! Beijo: Bia

Anônimo disse...

ISSO É MUITA SABEDORIA
Quando fazemos tudo para que nos amem e não conseguimos, resta-nos um último recurso: não fazer mais nada. Por isso, digo, quando não obtivermos o amor, o afeto ou a ternura que havíamos solicitado, melhor será desistirmos e procurar mais adiante os sentimentos que nos negaram. Não fazer esforços inúteis, pois o amor nasce, ou não, espontaneamente, mas nunca por força de imposição. Às vezes, é inútil esforçar-se demais, nada se consegue;outras vezes, nada damos e o amor se rende aos nossos pés. Os sentimentos são sempre uma surpresa. Nunca foram uma caridade mendigada, uma compaixão ou um favor concedido. Quase sempre amamos a quem nos ama mal, e desprezamos quem melhor nos quer. Assim, repito, quando tivermos feito tudo para conseguir um amor, e falhado, resta-nos um só caminho...o de mais nada fazer.

Clarice Lispector
Pense nisso, não fique perdendo seu tempo. Move on!!!!!!!!!!!!

Gabrielle Avelar disse...

E a vida continua. Eu sei...

Anônimo disse...

Continua.
Viver de lembranças pode ser bonito, romântico, nobre, mas... Continuar, não como insistir ou prolongar, mas como a vida precisa ser: deixar o que passou e não é mais para trás e viver o agora, esperando e vivendo realmente, não sonhando com o que poderia ser.
Desculpe, mas vejo que você é muito romãntica, acho lindo, mas não posso dar força para que você continue nessa. Te gosto muito pra isso.

Gabrielle Avelar disse...

Bom, eu poderia até desculpar se eu achasse isto também.
Romântico é o que vê a vida apenas com os sentimentos, que idealiza tudo, no sentido mais cru da palavra.
O que escrevo aqui é porque sinto, deveras. Não porque eu idealizo. Eu vivo!
E escrevo com a vontade como uma forma de derramar o que sinto. É um modo de desabafar. Não faço isto porque acho bonito, porque tenho a idéia de que seria algo artístico. Mas, é porque eu preciso!
É o meu Universo! E ele é verbal!
Busco a clareza das coisas porque escrevendo eu consigo visualizar os meus sentimentos tão confusos às vezes, como qualquer um.
É muito fácil falar para deixar para trás quando trazemos no coração as marcas do que passou. Damos os passos rumo à vida que chega, mas passamos por ela, isto é inegável!
Não quero força para nada. Eu só escrevo. Só isto. Escrevo para lembrar. E vivo a vida. Não acho justo simplesmente acordar e não me dar ao luxo de sentir o que sinto.
Se estou triste, estou triste mesmo. Se estou alegre tamabém sou alegre de verdade. E ponto!
Sei que você, Anônimo(a) deve, de fato, gostar de mim. E não quero que você ache bonito alguém ser romântico. Isto não é prático, nem nobre. E mata!!! Hehehehe!!! A história mostrou isto.
O que passou, realmente ficou para trás na estrada destruída. Mas, como uma viajante, não posso negar o que vi, o que senti, o que provei. Lembrarei para sempre! E, ainda por cima, gosto de registrar. A escrita é para mim como a máquina fotográfica de meus sentimentos.
Assim, quero apenas dizer que eu continuarei até onde meu coração me disser para ir. Até a fonte se esgotar.
Não pense que o amor que eu sinto, se é disto que você fala, é burro. É irracional. Sei exatamente o que ele é. E por quem é. Mas, não deixa de ser amor porque a pessoa foi sacana, porque o tempo passou, porque ela merece. É amor! Amor não se explica. E se você, meu caro pensa que se explica porque se deve amar apenas a quem merece, precisa, urgentemente, rever seus conceitos. E isto não é romantismo. É amor. Você ama seu pai. E daí, há algum motivo para isto? Ama um filho, mas ele fez algo para merecer seu amor? Ama um amigo, mas lembra-se ainda o motivo? Não há! E isto não está apenas no campo das idéias. Isto existe, SIM!!!
Eu continuo, não prolongando. Apenas vivendo o que é necessário viver. Sem pressa, sem preguiça. Tudo no tempo certo de ser, sem atropelos, nem atrasos.
Agradeço muito seu carinho. Mas viverei. Mesmo que você pense que estou sendo uma tola.
Quem vive, corre o risco. E não tenho medo dos riscos que corro. Não mesmo. Se tivesse não teria vivido metade do que já vivi.
Beijosssssssss!!! Mil!!!

Anônimo disse...

Eu não sei quem escreveu depois de mim e esse é o problema de não se indentificar... mas o que tenho a dizer é que amei, me entreguei e sonhei com quem não me amou, soube tirar proveito e sair elegantemente da minha vida como entrou.
Amo? Sim. Ainda. Muito.
Ele é de minha família, alguém a quem sempre respeitei, admirei. Me decepcionei,sofri, sofro. Choro todos os dias... todos.
Como você disse Gabrielle... não posso esquecer, nenhum de nós pode. Peço ao tempo que cure... somente.

Gabrielle Avelar disse...

Sabem de uma coisa? Antes de vir até o computador, eu falava à Minha Tia amada a respeito do amor...
Sei que o que direi agora parecerá aos ouvidos de alguns exatamente como aos do meu amigo que disse que sou muito romântica.
Eu dizia a ela que a pessoa com quem vivi - quem me conhece sabe de quem falo - um dia me perguntou por que eu o amava, afinal. Então eu respondi: "Meu Amor, se eu lhe der motivos para amar você, então não é amor. Pode ser muita coisa: Admiração, bondade, dependência... Mas, amor não é. E a razão é simples. É que quando amamos alguém, se é amor, é amor! A pessoa é como é, com seus defeitos e qualidades, e simplesmente sabemos que são essas as características que fazem com que ela seja o ser a quem amamos. Por isto, Meu Querido, eu não posso dizer o motivo pelo qual eu o amo. Eu amo você. Do jeito que é. Não quero que mude. Quero que seja quem é."
Já passei por situação semelhante, de me apaixonar por quem não valia a pena. Teve o que queria, e me deu o que eu também queria. Mas era só uma parte do que eu precisava. Porque eu preciso de tudo!!! Nada pela metade. Mas, quando eu já estava bem - e não sem muuuuuuuuito sofrimento - apareceu um Raio de Sol na minha vida. Nunca fui tão feliz. E nunca amei desta forma... A ponto de deixar a criatura livre, seguir o seu caminho. Mesmo sabendo que essa liberdade é o que o aprisiona à mentira da ilusão de uma falsa segurança.
Esquecer? Não, não esquecemos... Mas, sabe, o tempo fará com que cicatrize até o ponto em que não doa mais. Só que a marca ficará lá. Para lembrar.
Porém, convém não ficar remexendo no que dói, usando a raiva e a decepção para sarar. Lembrar do que foi bom ajuda. E faz a dor ser mais suportável.
Eu ouvi - e ainda ouço - muito o que vou dizer agora, embora pareça que é mentira: Vai passar!
Pode estar certa disto: O tempo cura. Mesmo!
E o tempo também ajuda a tirar os espelhos dos nossos olhos e a colocarmos janelas em seus lugares: Parar de vermos somente a nós mesmos e começar a ver o outro, tal qual ele é.
Assim, quando isto acontece, podemos, afinal, amar como realmente se deve.
É um exercício hercúleo, eu diria. Mas, quando aprendemos, fica bem fácil...
Beijos!

Anônimo disse...

Obrigada... obrigada.

Anônimo disse...

Puxa, Gabrielle!!! Belas e acaloradas discussões... Alguns confundem o amor com o sentimento de posse e querem manter pessoas, coisas e circunstâncias sob domínio. Compartilho dos mesmos pensamentos seus acerca do amor. O amor simplesmente ama, independente da situação e dos acontecimentos. Ele cede, compreende e avança, respeitando a liberdade. O amor jamais escraviza, ele liberta sempre!
Acho que você conseguiu passar isso muito bem nos seus comentários, e diga-se de passagem, de forma brilhante... Como sempre! Beijos. Paulo

Elisa A. disse...

Gabrielle,
Você é linda !!! Beijos no coração...

Anônimo disse...

Minha querida Gabrielle, não quis criticá-la. Longe de mim. Só dizer o que sinto. Uma menina maravilhosa, sofrendo por um amor que já se foi...Seu amor por ele não. Acredito que o AMOR É E DEVE SER COMO VOCÊ DIZ E SENTE. Mas... não acho saudável ficar pensando e repensando, sonhando, se iludindo que um dia ele será novamente.
Ele será quando você deixar espaço no seu coração e na sua energia para um NOVO AMOR. Não digo que é fácil, não é! Mas voc~e tem que querer sair dessa nuvem para que a flor tome sol e apareça para você. Não me leve a mal, mas o que você viveu foi rápido, passou, você mergulhou demais e sonhou um sonho sozinha! Não continue sonhando. Viva em plenitude.

Gabrielle Avelar disse...

Não... Eu não sonho que ele será novamente...
Não... Não nutro as esperanças, embora pareça.
Não... Eu não me iludo. Por já sofri alucinações e sei que são pesos que não se suporta.
Novamente: Por isso escrevo. É meu grito! O que tenho vontade de dizer e não digo a quem quero. Aqui é um Universo meu, e para os o que o visitam. Mas, eu aqui sou o sol. E meus sentimentos os elementos que são aquecidos por mim.
Escrevo justamente para jogar para fora o que sinto, na tentativa de esvasiar meu coração para completá-lo com um NOVO AMOR. Que virá, eu sei. Mas, agora não! Não posso, não devo, não quero! Porque eu seria uma pessoa despresível ao fazer isto. E, não, eu não sou assim!!
Foi rápido, passou, e eu sonhei sozinha? Pode ser...
Mas, garanto a você: Problema dele se me deixou viver sozinha! Eu acredito, acredito e acredito que eu ganhei muito mais se foi assim. Saí muito mais rica. Porque, se você me diz que o AMOR É E DEVE SER como eu sinto, saiba: Ele tem toda a minha admiração porque foi com ele que aprendi a amar desta forma!!! E tem todo o meu carinho e respeito pela pessoa que é. Se foi um sacana, o problema é dele também. Porque a reação vem ao que inicia a ação.
Eu estou vivendo. Embora muitos pensem que não. E vivendo muuuuuuuuuito!!! Estou feliz. Estranhamente feliz e em paz!!! Uma paz que eu mesma nem entendo.
E isso tudo, vai passar. Uma pena. Mas, vai! E o meu Universo e o que eu vivi ficarão. Impressos nas palavras que cintilarão para sempre, lembrando-me o que um dia eu senti, e vivi.
Beijo enorme em você... Quem quer que seja!!! E um abraço bem apertado!

Elisa A. disse...

Linda, sento sua falta no meu blog.
Uma amiga como você não pode deixar de visitar para mandar um beijo.
Beijos no core,

Anônimo disse...

Está bem, você reluta. Ouvir críticas não é fácil. Mas sabemos que no fundinho não ´eisso que seu coração espera. As vezes é preciso uma chacoalhada para acordarmos. A função do amigo não é só achar tudo certo.

Gabrielle Avelar disse...

Reluto, sim... E, vou dizer: Sou bem teimosa!!! Hehehehe!!!
Mas, olha, você me conhece, de fato. Porque sabe que meu coração espera. Só que minha cabeça ainda funciona, viu?
Mas, uma droga isto, eu sou muito coração, mesmo. Tenho de dar o braço a torcer... Amo!!! Caramba. E o que eu faço com isto??? Jogo fora??? Não!!! Aqui eu transformo em palavras. Reciclagem.
Agradeço sua cacoalhada, mas eu iria gostar muito se você resolvesse se mostrar a mim. Acho que é uma pessoa sensata. Gosto de gente sensata. Gosto de quem diz o que precisa ser dito. Embora eu nem sempre siga o que é certo. Eu gosto de verdade. Porém, suas verdades podem não ser as minhas.
Assim como eu disse à outra anônima amiga que a dor dela vai passar, eu sei que a minha passará... Ou não!
Eu só quero é ter o direito de viver isto. E eu vou viver. E isto significa que vou beber da fonte até que ela seque. Que vou andar no deserto até ter sede novamente. Que vou procurar outro manancial para me saciar, e que voltarei a andar caminhos secos... Até que encontre uma estrada ladeada por milhares de árvores a fazer sombra para mim. E possa descansar sob uma delas... Ah!!! Viver é muito bom!!! E eu me deslumbro a cada dia com o que descubro a minha volta. Mesmo o nada é aparente. A vida pulsa em cada canto... E não é um sonho! É vida. Pura. Dura. Crua. Nua. Vida.
Fique tranquilo(a). Eu estou vivendo.
Obrigada por sua chacoalhada. E obrigada por querer abrir os meus olhos. Beijos carinhosíssimos!!!

A menina que roubava idéias disse...

Você escreve bem demais. Que coisas maravilhosas.
beijos, vou segui-la.

Gabrielle Avelar disse...

Obrigada, linda!!!
Será uma honra para mim! Você é muito bem-vinda, sempre e sempre, assim como acabo de me sentir no seu espaço!
Beijos!!!